14/03/2022 às 11h27
Redação
Cotia / SP
O assassinato da vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco, segue sem solução quatro anos após o caso.
A vereadora e o motorista Anderson Gomes foram assassinados na noite de 14 de março de 2018, em emboscada no centro do Rio.
Os ex-policiais militares Ronnie Lessa, acusado de ser o autor dos disparos, e Élcio de Queiroz, acusado de dirigir o carro usado no crime, foram presos em março de 2019 e se tornaram réus pelo homicídio de Marielle.
Desde então, as autoridades tentam identificar possíveis mandantes do assassinato. Ao jornal Folha de S. Paulo, a viúva de Marielle, Mônica Benício, diz que o crime foi, infelizmente, muito bem executado, mas pondera que “não há crime perfeito” e questiona se há, de fato, interferências externas sobre a investigação.
“É inaceitável chegar a quatro anos sem resposta. Ou há uma incompetência, uma inabilidade muito grande dos órgãos envolvidos, ou a gente pode acreditar que existe uma força maior por trás disso tudo que impede que o caso seja elucidado. Aí a pergunta seria: a quem interessa que o caso Marielle não seja esclarecido?”, questiona.
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