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Polícia

28/06/2021 às 10h32 - atualizada em 28/06/2021 às 11h46

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Redação

Cotia / SP

Lázaro Barbosa morre após ser baleado em confronto com a polícia
Troca de tiros iniciou após o fugitivo ser cercado
Lázaro Barbosa morre após ser baleado em confronto com a polícia
Lázaro Barbosa tinha 32 anos e era procurado em megaoperação há 20 dias - Foto: Divulgação Ascom/Polícia Civil

Lázaro Barbosa de Sousa foi morto nesta segunda-feira (28) durante troca de tiros com força-tarefa responsável pelas buscas.


A informação divulgada pela polícia é que o criminoso iniciou a troca de tiros após ser cercado por agentes. Ele foi baleado durante o confronto e encaminhado para uma unidade de saúde em Águas Lindas, em Goiás.


O Diretor-Geral da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), Alexandre Ramagem, confirmou o óbito do fugitivo na manhã desta segunda-feira (28), através das redes sociais.


“Parabéns à PM/GO e demais forças pelo sucesso nas diligências de localização e todo esforço na captura. Planejamento, cooperação e inteligência encerraram a reincidência de crimes hediondos e mais tragédias a outras possíveis famílias. Nossos sinceros sentimentos pelas vítimas”, disse Alexandre.


Histórico


Lázaro foi preso em 2009, mas conseguiu fugir do Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal, em 2016. À época, não retornou da saída temporária de Páscoa. Em 2018, ele foi detido novamente, desta vez em Águas Lindas de Goiás, mas escapou da prisão poucos meses depois.


O homem que a Polícia perseguia é acusado de matar, a tiros e facadas, três pessoas na zona rural de Ceilândia. Os mortos eram Cláudio Vidal de Oliveira, de 48 anos, e os filhos Gustavo Marques Vidal, de 21, e Carlos Eduardo Marques Vidal, de 15.


Lázaro também é apontado como responsável pelo sequestro da mulher de Cláudio, Cleonice Marques de Andrade, de 43 anos. O corpo dela foi encontrado no dia 12 à beira de um córrego, o mesmo do estupro de 2009. "Ela foi morta no começo e eu fui violentada quase no final do córrego", contou ao Estadão a vítima do crime cometido há 12 anos. "Depois que a Cleonice morreu, fiquei bem abalada. Mexeu muito comigo."


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